resultados
Publicado
A nova imagem do centro urbano que agora se propõe assenta na criação de uma identidade visual forte, facilmente reconhecível, obtida através da concretização dos seguintes objectivos:
Cabe salientar que esta nova imagem surge com o fortalecimento da urbanidade de Paços de Ferreira, apenas possível com a resolução efectiva dos entraves à mobilidade que actualmente existem em vários pontos da cidade.
Neste contexto, a identidade urbana que se pretende implementar definir-se-á não só pela valência estética da nova imagem, mais contemporânea, mas também pela reestruturação geral do centro, assente na visão global da cidade e na promoção da sua coerência urbana.
A Intervenção
A abordagem adoptada para imprimir dinâmica ao espaço urbano, nomeadamente nos pontos de conflito/entroncamento e alguns alargamentos de passeios, assentou na modelação estratégica do terreno, gerando-se assim formas irreverentes que configuram o ponto forte da nova imagem de várias zonas da cidade.
Esta opção permite um efeito máximo na transformação da imagem, a baixo custo, e ainda a manutenção da mesma linguagem formal em espaços fisicamente separados na cidade, mas integrados numa unidade coerente aos olhos dos transeuntes.
De facto, a estratégia para a criação de uma unidade urbana foi um dos aspectos decisivos na abordagem do projecto, devido à extrema dificuldade em implementar este conceito em zonas já estruturadas (que são, pela sua natureza, fortemente condicionadoras de qualquer intervenção nova).
As modelações propostas surgem em zonas pavimentadas e em áreas verdes, sendo respectivamente em cubos de granito ou prado e herbáceas.
O espaço urbano perderá a monotonia, desafiando o cidadão a um olhar novo para Paços de Ferreira.
Saliente-se ainda o cuidado que houve em estudar cada espaço de forma a direccionar adequadamente o olhar dos utentes. Assim, em arruamentos onde se verifica existir uma arquitectura heterogénea, por exemplo, a proposta de intervenção contempla a introdução, sempre que possível, de alinhamentos de árvores com escala adequada, capazes de “obrigar” o peão ou condutor a focar a sua atenção ao nível dos pavimentos ou do piso Rés-do-chão (o que permite valorizar as ruas comerciais).
O custo inicial e a manutenção futura das intervenções a realizar foram também factores de peso na definição das opções de projecto, uma vez que a dimensão do centro urbano torna incomportável a implementação de soluções pontuais onerosas.
Em síntese, o presente estudo assume-se como o compromisso entre um impacte positivo significativo na percepção consciente/inconsciente da urbe e o menor custo possível, numa perspectiva de requalificação urbana do espaço público.
Câmara Municipal de Paços de Ferreira
Mais do que um projeto de Regeneração Urbana, o PFR 3G nasceu munido de mecanismos e traços que o definem como um projeto de futuro, que melhora as acessibilidade e derruba barreiras, que qualifica o património, que aposta no tecido empresarial e que lança mão de áreas novas como a inovação e o ensino superior. Foi partindo desta visão e desta estratégia que o Presidente do Município, Pedro Pinto, lançou o desafio a toda a equipa técnica do Município de que era necessário um novo desenho de Cidade. Uma cidade mais amiga das pessoas, mas que fosse também capaz de desafiar o cidadão a um olhar novo para Paços de Ferreira. Uma Cidade que protegesse o património mas que fosse arrojada ao ponto de promover a cultura da inovação e da competitividade das empresas e instituições geradoras de saber. Em Paços de Ferreira é possível conciliar a qualidade de vida e o lazer com tecnologia e inovação.
Esta visão foi de encontro ao programa “Política de Cidades – Parcerias para a Regeneração Urbana”, com financiamento de fundos comunitários a 80%. Aprovada a candidatura e elaborado um projeto prévio, o Município chamou, em várias sessões, munícipes e comerciantes para eles próprios “desenharem” a Cidade com que se identificavam. O projeto tornou-se participado e plural.
A Regeneração Urbana que está a acontecer em Paços de Ferreira privilegia as pessoas, em detrimento dos carros, com passeios mais largos, estacionamento longitudinal, separadores nas avenidas, mais mobiliário urbano, novas zonas de estar, mais áreas verdes, mais cor, um novo conceito de espaço público.
A “nova” Cidade já mexe. Cresceu e fundiu-se com o Parque Urbano, uma antiga Estação de Leite e Laticínios, com hectares, em pleno coração da Cidade. Aboliram-se muros e o verde misturado com edifícios de granito antigos, despertaram um espaço que é de lazer mas que se mistura com história e cujo resultado final é um interessante traço de urbanidade.
Eixos do projecto:
1. Mobilidade e acessibilidade na cidade;
2. Recuperação e requalificação da antiga Esquadra 12, para instalar a Cidade Tecnológica (parceria com a PFR Invest);
3. Parque Urbano, cuja 1ª fase já está ao dispor da população;
4. Recuperação da Casa de Vila Maria/Casa de Coqueda (parceria com a Santa Casa da Misericórdia), um bom exemplo de vivenda de “Brasileiro”, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Paços de Ferreira;
5. Recuperação do Parque de Exposições (parceria com a Associação Empresarial de Paços de Ferreira).
Publicado
A nova imagem do centro urbano que agora se propõe assenta na criação de uma identidade visual forte, facilmente reconhecível, obtida através da concretização dos seguintes objectivos:
Cabe salientar que esta nova imagem surge com o fortalecimento da urbanidade de Paços de Ferreira, apenas possível com a resolução efectiva dos entraves à mobilidade que actualmente existem em vários pontos da cidade.
Neste contexto, a identidade urbana que se pretende implementar definir-se-á não só pela valência estética da nova imagem, mais contemporânea, mas também pela reestruturação geral do centro, assente na visão global da cidade e na promoção da sua coerência urbana.
A Intervenção
A abordagem adoptada para imprimir dinâmica ao espaço urbano, nomeadamente nos pontos de conflito/entroncamento e alguns alargamentos de passeios, assentou na modelação estratégica do terreno, gerando-se assim formas irreverentes que configuram o ponto forte da nova imagem de várias zonas da cidade.
Esta opção permite um efeito máximo na transformação da imagem, a baixo custo, e ainda a manutenção da mesma linguagem formal em espaços fisicamente separados na cidade, mas integrados numa unidade coerente aos olhos dos transeuntes.
De facto, a estratégia para a criação de uma unidade urbana foi um dos aspectos decisivos na abordagem do projecto, devido à extrema dificuldade em implementar este conceito em zonas já estruturadas (que são, pela sua natureza, fortemente condicionadoras de qualquer intervenção nova).
As modelações propostas surgem em zonas pavimentadas e em áreas verdes, sendo respectivamente em cubos de granito ou prado e herbáceas.
O espaço urbano perderá a monotonia, desafiando o cidadão a um olhar novo para Paços de Ferreira.
Saliente-se ainda o cuidado que houve em estudar cada espaço de forma a direccionar adequadamente o olhar dos utentes. Assim, em arruamentos onde se verifica existir uma arquitectura heterogénea, por exemplo, a proposta de intervenção contempla a introdução, sempre que possível, de alinhamentos de árvores com escala adequada, capazes de “obrigar” o peão ou condutor a focar a sua atenção ao nível dos pavimentos ou do piso Rés-do-chão (o que permite valorizar as ruas comerciais).
O custo inicial e a manutenção futura das intervenções a realizar foram também factores de peso na definição das opções de projecto, uma vez que a dimensão do centro urbano torna incomportável a implementação de soluções pontuais onerosas.
Em síntese, o presente estudo assume-se como o compromisso entre um impacte positivo significativo na percepção consciente/inconsciente da urbe e o menor custo possível, numa perspectiva de requalificação urbana do espaço público.
Câmara Municipal de Paços de Ferreira
Mais do que um projeto de Regeneração Urbana, o PFR 3G nasceu munido de mecanismos e traços que o definem como um projeto de futuro, que melhora as acessibilidade e derruba barreiras, que qualifica o património, que aposta no tecido empresarial e que lança mão de áreas novas como a inovação e o ensino superior. Foi partindo desta visão e desta estratégia que o Presidente do Município, Pedro Pinto, lançou o desafio a toda a equipa técnica do Município de que era necessário um novo desenho de Cidade. Uma cidade mais amiga das pessoas, mas que fosse também capaz de desafiar o cidadão a um olhar novo para Paços de Ferreira. Uma Cidade que protegesse o património mas que fosse arrojada ao ponto de promover a cultura da inovação e da competitividade das empresas e instituições geradoras de saber. Em Paços de Ferreira é possível conciliar a qualidade de vida e o lazer com tecnologia e inovação.
Esta visão foi de encontro ao programa “Política de Cidades – Parcerias para a Regeneração Urbana”, com financiamento de fundos comunitários a 80%. Aprovada a candidatura e elaborado um projeto prévio, o Município chamou, em várias sessões, munícipes e comerciantes para eles próprios “desenharem” a Cidade com que se identificavam. O projeto tornou-se participado e plural.
A Regeneração Urbana que está a acontecer em Paços de Ferreira privilegia as pessoas, em detrimento dos carros, com passeios mais largos, estacionamento longitudinal, separadores nas avenidas, mais mobiliário urbano, novas zonas de estar, mais áreas verdes, mais cor, um novo conceito de espaço público.
A “nova” Cidade já mexe. Cresceu e fundiu-se com o Parque Urbano, uma antiga Estação de Leite e Laticínios, com hectares, em pleno coração da Cidade. Aboliram-se muros e o verde misturado com edifícios de granito antigos, despertaram um espaço que é de lazer mas que se mistura com história e cujo resultado final é um interessante traço de urbanidade.
Eixos do projecto:
1. Mobilidade e acessibilidade na cidade;
2. Recuperação e requalificação da antiga Esquadra 12, para instalar a Cidade Tecnológica (parceria com a PFR Invest);
3. Parque Urbano, cuja 1ª fase já está ao dispor da população;
4. Recuperação da Casa de Vila Maria/Casa de Coqueda (parceria com a Santa Casa da Misericórdia), um bom exemplo de vivenda de “Brasileiro”, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Paços de Ferreira;
5. Recuperação do Parque de Exposições (parceria com a Associação Empresarial de Paços de Ferreira).
Publicado
A nova imagem do centro urbano que agora se propõe assenta na criação de uma identidade visual forte, facilmente reconhecível, obtida através da concretização dos seguintes objectivos:
Cabe salientar que esta nova imagem surge com o fortalecimento da urbanidade de Paços de Ferreira, apenas possível com a resolução efectiva dos entraves à mobilidade que actualmente existem em vários pontos da cidade.
Neste contexto, a identidade urbana que se pretende implementar definir-se-á não só pela valência estética da nova imagem, mais contemporânea, mas também pela reestruturação geral do centro, assente na visão global da cidade e na promoção da sua coerência urbana.
A Intervenção
A abordagem adoptada para imprimir dinâmica ao espaço urbano, nomeadamente nos pontos de conflito/entroncamento e alguns alargamentos de passeios, assentou na modelação estratégica do terreno, gerando-se assim formas irreverentes que configuram o ponto forte da nova imagem de várias zonas da cidade.
Esta opção permite um efeito máximo na transformação da imagem, a baixo custo, e ainda a manutenção da mesma linguagem formal em espaços fisicamente separados na cidade, mas integrados numa unidade coerente aos olhos dos transeuntes.
De facto, a estratégia para a criação de uma unidade urbana foi um dos aspectos decisivos na abordagem do projecto, devido à extrema dificuldade em implementar este conceito em zonas já estruturadas (que são, pela sua natureza, fortemente condicionadoras de qualquer intervenção nova).
As modelações propostas surgem em zonas pavimentadas e em áreas verdes, sendo respectivamente em cubos de granito ou prado e herbáceas.
O espaço urbano perderá a monotonia, desafiando o cidadão a um olhar novo para Paços de Ferreira.
Saliente-se ainda o cuidado que houve em estudar cada espaço de forma a direccionar adequadamente o olhar dos utentes. Assim, em arruamentos onde se verifica existir uma arquitectura heterogénea, por exemplo, a proposta de intervenção contempla a introdução, sempre que possível, de alinhamentos de árvores com escala adequada, capazes de “obrigar” o peão ou condutor a focar a sua atenção ao nível dos pavimentos ou do piso Rés-do-chão (o que permite valorizar as ruas comerciais).
O custo inicial e a manutenção futura das intervenções a realizar foram também factores de peso na definição das opções de projecto, uma vez que a dimensão do centro urbano torna incomportável a implementação de soluções pontuais onerosas.
Em síntese, o presente estudo assume-se como o compromisso entre um impacte positivo significativo na percepção consciente/inconsciente da urbe e o menor custo possível, numa perspectiva de requalificação urbana do espaço público.
Câmara Municipal de Paços de Ferreira
Mais do que um projeto de Regeneração Urbana, o PFR 3G nasceu munido de mecanismos e traços que o definem como um projeto de futuro, que melhora as acessibilidade e derruba barreiras, que qualifica o património, que aposta no tecido empresarial e que lança mão de áreas novas como a inovação e o ensino superior. Foi partindo desta visão e desta estratégia que o Presidente do Município, Pedro Pinto, lançou o desafio a toda a equipa técnica do Município de que era necessário um novo desenho de Cidade. Uma cidade mais amiga das pessoas, mas que fosse também capaz de desafiar o cidadão a um olhar novo para Paços de Ferreira. Uma Cidade que protegesse o património mas que fosse arrojada ao ponto de promover a cultura da inovação e da competitividade das empresas e instituições geradoras de saber. Em Paços de Ferreira é possível conciliar a qualidade de vida e o lazer com tecnologia e inovação.
Esta visão foi de encontro ao programa “Política de Cidades – Parcerias para a Regeneração Urbana”, com financiamento de fundos comunitários a 80%. Aprovada a candidatura e elaborado um projeto prévio, o Município chamou, em várias sessões, munícipes e comerciantes para eles próprios “desenharem” a Cidade com que se identificavam. O projeto tornou-se participado e plural.
A Regeneração Urbana que está a acontecer em Paços de Ferreira privilegia as pessoas, em detrimento dos carros, com passeios mais largos, estacionamento longitudinal, separadores nas avenidas, mais mobiliário urbano, novas zonas de estar, mais áreas verdes, mais cor, um novo conceito de espaço público.
A “nova” Cidade já mexe. Cresceu e fundiu-se com o Parque Urbano, uma antiga Estação de Leite e Laticínios, com hectares, em pleno coração da Cidade. Aboliram-se muros e o verde misturado com edifícios de granito antigos, despertaram um espaço que é de lazer mas que se mistura com história e cujo resultado final é um interessante traço de urbanidade.
Eixos do projecto:
1. Mobilidade e acessibilidade na cidade;
2. Recuperação e requalificação da antiga Esquadra 12, para instalar a Cidade Tecnológica (parceria com a PFR Invest);
3. Parque Urbano, cuja 1ª fase já está ao dispor da população;
4. Recuperação da Casa de Vila Maria/Casa de Coqueda (parceria com a Santa Casa da Misericórdia), um bom exemplo de vivenda de “Brasileiro”, propriedade da Santa Casa da Misericórdia de Paços de Ferreira;
5. Recuperação do Parque de Exposições (parceria com a Associação Empresarial de Paços de Ferreira).