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Publicado
O concurso para a construção de 24 fogos de habitação Social, no sítio da Boavista,
concelho de Tavira, promovido pelo Município de Tavira, tem como objectivo a criação de habitações que correspondam às necessidades contemporâneas, garantido o cumprimento dos requisitos técnicos e financeiros, assim como o correcto enquadramento na envolvente construída e natural.
Esta operação está inserida numa área expectante da cidade de Tavira, junto à EN-
125, e parte de uma operação de loteamento interrompida pelo anterior promotor. O terreno em causa, entretanto adquirido pelo Município de Tavira, irá albergar um total de 78 fogos de habitação de custos controlados, contribuindo para a resolução do problema habitacional que existe actualmente no concelho.
Os 24 fogos inseridos na primeira fase são distribuídos por dois lotes, com
intervenções bastante distintas. O Lote 1 consiste na recuperação de uma edificação iniciada mas não concluída. De carácter terapêutico, a abordagem arquitectónica parte da identificação dos elementos estruturais do edifício e a consequente acomodação de 12 fogos (T2 e T3), com tipologias distintas daquelas consideradas na altura da construção inicial. O resultado é uma sobreposição de dois tempos construtivos que resultam numa leitura contemporânea da habitação, privilegiando um espaço social amplo e as relações com o exterior.
O Lote 2 consiste numa construção de raiz, livre de pressupostos construtivos. O
edifício proposto afasta-se dos limites laterais do lote, evitando uma construção em
banda prevista no loteamento inicial. Assim, é garantida uma morfologia urbana mais desafogada e que permite uma maior exposição solar e ventilação natural dos edifícios que a compõem. Tendo em vista a otimização da área de construção, a proposta procurou encontrar um modelo de habitação adaptável às tipologias T2 e T3, numa lógica modular. Assim, foram identificados os espaços que compõem a habitação (quarto, instalação sanitária, cozinha, espaço de estar) e, consequentemente, tipificados em módulos que são repetidos no edifício.
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O concurso para a construção de 24 fogos de habitação Social, no sítio da Boavista,
concelho de Tavira, promovido pelo Município de Tavira, tem como objectivo a criação de habitações que correspondam às necessidades contemporâneas, garantido o cumprimento dos requisitos técnicos e financeiros, assim como o correcto enquadramento na envolvente construída e natural.
Esta operação está inserida numa área expectante da cidade de Tavira, junto à EN-
125, e parte de uma operação de loteamento interrompida pelo anterior promotor. O terreno em causa, entretanto adquirido pelo Município de Tavira, irá albergar um total de 78 fogos de habitação de custos controlados, contribuindo para a resolução do problema habitacional que existe actualmente no concelho.
Os 24 fogos inseridos na primeira fase são distribuídos por dois lotes, com
intervenções bastante distintas. O Lote 1 consiste na recuperação de uma edificação iniciada mas não concluída. De carácter terapêutico, a abordagem arquitectónica parte da identificação dos elementos estruturais do edifício e a consequente acomodação de 12 fogos (T2 e T3), com tipologias distintas daquelas consideradas na altura da construção inicial. O resultado é uma sobreposição de dois tempos construtivos que resultam numa leitura contemporânea da habitação, privilegiando um espaço social amplo e as relações com o exterior.
O Lote 2 consiste numa construção de raiz, livre de pressupostos construtivos. O
edifício proposto afasta-se dos limites laterais do lote, evitando uma construção em
banda prevista no loteamento inicial. Assim, é garantida uma morfologia urbana mais desafogada e que permite uma maior exposição solar e ventilação natural dos edifícios que a compõem. Tendo em vista a otimização da área de construção, a proposta procurou encontrar um modelo de habitação adaptável às tipologias T2 e T3, numa lógica modular. Assim, foram identificados os espaços que compõem a habitação (quarto, instalação sanitária, cozinha, espaço de estar) e, consequentemente, tipificados em módulos que são repetidos no edifício.
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O concurso para a construção de 24 fogos de habitação Social, no sítio da Boavista,
concelho de Tavira, promovido pelo Município de Tavira, tem como objectivo a criação de habitações que correspondam às necessidades contemporâneas, garantido o cumprimento dos requisitos técnicos e financeiros, assim como o correcto enquadramento na envolvente construída e natural.
Esta operação está inserida numa área expectante da cidade de Tavira, junto à EN-
125, e parte de uma operação de loteamento interrompida pelo anterior promotor. O terreno em causa, entretanto adquirido pelo Município de Tavira, irá albergar um total de 78 fogos de habitação de custos controlados, contribuindo para a resolução do problema habitacional que existe actualmente no concelho.
Os 24 fogos inseridos na primeira fase são distribuídos por dois lotes, com
intervenções bastante distintas. O Lote 1 consiste na recuperação de uma edificação iniciada mas não concluída. De carácter terapêutico, a abordagem arquitectónica parte da identificação dos elementos estruturais do edifício e a consequente acomodação de 12 fogos (T2 e T3), com tipologias distintas daquelas consideradas na altura da construção inicial. O resultado é uma sobreposição de dois tempos construtivos que resultam numa leitura contemporânea da habitação, privilegiando um espaço social amplo e as relações com o exterior.
O Lote 2 consiste numa construção de raiz, livre de pressupostos construtivos. O
edifício proposto afasta-se dos limites laterais do lote, evitando uma construção em
banda prevista no loteamento inicial. Assim, é garantida uma morfologia urbana mais desafogada e que permite uma maior exposição solar e ventilação natural dos edifícios que a compõem. Tendo em vista a otimização da área de construção, a proposta procurou encontrar um modelo de habitação adaptável às tipologias T2 e T3, numa lógica modular. Assim, foram identificados os espaços que compõem a habitação (quarto, instalação sanitária, cozinha, espaço de estar) e, consequentemente, tipificados em módulos que são repetidos no edifício.