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Unir três agências francesas de artes visuais e performáticas, num único edifício, foi o desafio do escritório dinamarquês BIG – Bjarke Ingels Group ao realizar o projeto Méca – Maison de l´Économie Créative et de la Culture em Aquitaine.
A proposta do novo edifício, a ser implantado em Bordeaux, na França, foi objecto de mais um concurso de arquitectura ganho pelo escritório sobre as propostas de grandes nomes como Sanaa, W Architecture e Flint.
O edifício foi concebido como um ‘single loop’, ou seja, uma forma que leva o pavimento térreo a subir pelas paredes formando a cobertura e, em seguida, a retornar ao solo formando o acesso às margens do rio de Bordeaux. A intenção foi criar uma construção que não obstruísse a vista do rio e que pudesse ser atravessada pelos pedestres, como se fosse um portão.
“Quando uma região ou cidade investe milhões numa grande instituição de arte, beneficia apenas as pessoas informadas e que já possuem interesse em arte. O edifício Méca não só espalha suas actividades para o público e a ‘sala’ urbana, como também convida o público a andar ao entorno, através, acima e abaixo de seu novo portão cultural” explica o arquitecto Bjarke Ingels do BIG.
Assim, o novo instituto será parte da vida urbana, injectando a arte na cidade e a cidade dentro do edifício. Rampas e escadas de acesso criam uma instituição acessível e que convida as pessoas a percorrem o espaço interno e também o externo, que pode ser utilizado para exposições e performances. Além disso, as escadas funcionam como espaços de permanência, formando uma praça com vista tanto para a rua a frente do edifício, quanto para o rio.
A construção e o passeio são revestidos em pedra calcária que constitui a maioria da arquitectura do Bordeaux. Como se esculpidas a partir do mesmo material que a cidade em si – a pedra é passeio e fachada, escada e terraço, telhado e tecto todos juntos.
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Unir três agências francesas de artes visuais e performáticas, num único edifício, foi o desafio do escritório dinamarquês BIG – Bjarke Ingels Group ao realizar o projeto Méca – Maison de l´Économie Créative et de la Culture em Aquitaine.
A proposta do novo edifício, a ser implantado em Bordeaux, na França, foi objecto de mais um concurso de arquitectura ganho pelo escritório sobre as propostas de grandes nomes como Sanaa, W Architecture e Flint.
O edifício foi concebido como um ‘single loop’, ou seja, uma forma que leva o pavimento térreo a subir pelas paredes formando a cobertura e, em seguida, a retornar ao solo formando o acesso às margens do rio de Bordeaux. A intenção foi criar uma construção que não obstruísse a vista do rio e que pudesse ser atravessada pelos pedestres, como se fosse um portão.
“Quando uma região ou cidade investe milhões numa grande instituição de arte, beneficia apenas as pessoas informadas e que já possuem interesse em arte. O edifício Méca não só espalha suas actividades para o público e a ‘sala’ urbana, como também convida o público a andar ao entorno, através, acima e abaixo de seu novo portão cultural” explica o arquitecto Bjarke Ingels do BIG.
Assim, o novo instituto será parte da vida urbana, injectando a arte na cidade e a cidade dentro do edifício. Rampas e escadas de acesso criam uma instituição acessível e que convida as pessoas a percorrem o espaço interno e também o externo, que pode ser utilizado para exposições e performances. Além disso, as escadas funcionam como espaços de permanência, formando uma praça com vista tanto para a rua a frente do edifício, quanto para o rio.
A construção e o passeio são revestidos em pedra calcária que constitui a maioria da arquitectura do Bordeaux. Como se esculpidas a partir do mesmo material que a cidade em si – a pedra é passeio e fachada, escada e terraço, telhado e tecto todos juntos.
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Unir três agências francesas de artes visuais e performáticas, num único edifício, foi o desafio do escritório dinamarquês BIG – Bjarke Ingels Group ao realizar o projeto Méca – Maison de l´Économie Créative et de la Culture em Aquitaine.
A proposta do novo edifício, a ser implantado em Bordeaux, na França, foi objecto de mais um concurso de arquitectura ganho pelo escritório sobre as propostas de grandes nomes como Sanaa, W Architecture e Flint.
O edifício foi concebido como um ‘single loop’, ou seja, uma forma que leva o pavimento térreo a subir pelas paredes formando a cobertura e, em seguida, a retornar ao solo formando o acesso às margens do rio de Bordeaux. A intenção foi criar uma construção que não obstruísse a vista do rio e que pudesse ser atravessada pelos pedestres, como se fosse um portão.
“Quando uma região ou cidade investe milhões numa grande instituição de arte, beneficia apenas as pessoas informadas e que já possuem interesse em arte. O edifício Méca não só espalha suas actividades para o público e a ‘sala’ urbana, como também convida o público a andar ao entorno, através, acima e abaixo de seu novo portão cultural” explica o arquitecto Bjarke Ingels do BIG.
Assim, o novo instituto será parte da vida urbana, injectando a arte na cidade e a cidade dentro do edifício. Rampas e escadas de acesso criam uma instituição acessível e que convida as pessoas a percorrem o espaço interno e também o externo, que pode ser utilizado para exposições e performances. Além disso, as escadas funcionam como espaços de permanência, formando uma praça com vista tanto para a rua a frente do edifício, quanto para o rio.
A construção e o passeio são revestidos em pedra calcária que constitui a maioria da arquitectura do Bordeaux. Como se esculpidas a partir do mesmo material que a cidade em si – a pedra é passeio e fachada, escada e terraço, telhado e tecto todos juntos.