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Futuro da Engenharia Civil passa por Empreendedorismo e Internacionalização

Categoria:  Notícias do Dia

Publicado

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Ciclo de Conferências A Engenharia – que futuro?

O futuro da Engenharia Civil passa por mudanças estruturais no ensino, algumas já em curso graças às novas tecnologias de informação: “ao contrário do que acontece nos dias de hoje, em que 90 por cento dos alunos de Engenharia Civil acabam por exercer essa profissão em Portugal, o futuro é de mobilidade geográfica e igualmente de especialização em diferentes áreas – como a gestão. Também relevante é a componente da formação contínua e a capacidade empreendedora que conduza à criação de empresas próprias e à aposta na internacionalização”. Foi esta a conclusão apontada por Fernando Branco, professor do Instituto Superior Técnico, na conferência A Engenharia Civil – que futuro?, promovida ontem pela Ordem dos Engenheiros.

José Luís Machado do Vale, chairman da Somague, lembrou que “a Engenharia portuguesa está a par do que se faz lá fora” e que os seus profissionais detêm níveis de desenvolvimento, inovação e competitividade muito elevados, mas que “a atividade internacional não é fácil” e exige condições favoráveis e uma boa reputação. O empresário, que recomenda que “devemos entrar onde temos oportunidade, mas sempre preservando as empresas-mãe em Portugal”, acredita que o futuro passa por uma reestruturação do setor da Engenharia Civil em Portugal – onde existem empresas a mais –, aposta nas especializações e em apoios à internacionalização.

Cristina Machado, presidente do Colégio de Engenharia Civil da Ordem dos Engenheiros e moderadora da conferência, adiantou que “o exercício da profissão se tem vindo a alterar” e que, dada a conjuntura do país, se prevê que essas alterações venham a ser ainda mais profundas. Esta opinião foi corroborada pelo bastonário Carlos Matias Ramos, que adiantou ser objectivo da Ordem, com o ciclo de conferências iniciado com esta sessão, contribuir para a avaliação do passado e para perspectivar o futuro de cada uma das especialidades de Engenharia, neste ano em que a Ordem dos Engenheiros comemora o seu 75.º Aniversário.

Ciente deste caminho que a Engenharia portuguesa terá que percorrer, tem a Ordem dos Engenheiros vindo a desenvolver contactos ao nível internacional, nomeadamente com a sua congénere brasileira – o Confea –, no sentido de promover facilidades no enquadramento profissional dos engenheiros portugueses em mercados externos.

Ordem dos Engenheiros

Av. António Augusto de Aguiar, 3D

1069-030 - Lisboa

Telefone: 213132600

Fax: 213132690

E-mail: secretaria@sul.ordemdosengenheiros.pt

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Contacto

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aleitao@anteprojectos.com.pt

Directora Geral

Av. Álvares Cabral, nº 61, 6º andar | 1250-017 Lisboa

Telefone 211 308 758 / 966 863 541

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Ciclo de Conferências A Engenharia – que futuro?

O futuro da Engenharia Civil passa por mudanças estruturais no ensino, algumas já em curso graças às novas tecnologias de informação: “ao contrário do que acontece nos dias de hoje, em que 90 por cento dos alunos de Engenharia Civil acabam por exercer essa profissão em Portugal, o futuro é de mobilidade geográfica e igualmente de especialização em diferentes áreas – como a gestão. Também relevante é a componente da formação contínua e a capacidade empreendedora que conduza à criação de empresas próprias e à aposta na internacionalização”. Foi esta a conclusão apontada por Fernando Branco, professor do Instituto Superior Técnico, na conferência A Engenharia Civil – que futuro?, promovida ontem pela Ordem dos Engenheiros.

José Luís Machado do Vale, chairman da Somague, lembrou que “a Engenharia portuguesa está a par do que se faz lá fora” e que os seus profissionais detêm níveis de desenvolvimento, inovação e competitividade muito elevados, mas que “a atividade internacional não é fácil” e exige condições favoráveis e uma boa reputação. O empresário, que recomenda que “devemos entrar onde temos oportunidade, mas sempre preservando as empresas-mãe em Portugal”, acredita que o futuro passa por uma reestruturação do setor da Engenharia Civil em Portugal – onde existem empresas a mais –, aposta nas especializações e em apoios à internacionalização.

Cristina Machado, presidente do Colégio de Engenharia Civil da Ordem dos Engenheiros e moderadora da conferência, adiantou que “o exercício da profissão se tem vindo a alterar” e que, dada a conjuntura do país, se prevê que essas alterações venham a ser ainda mais profundas. Esta opinião foi corroborada pelo bastonário Carlos Matias Ramos, que adiantou ser objectivo da Ordem, com o ciclo de conferências iniciado com esta sessão, contribuir para a avaliação do passado e para perspectivar o futuro de cada uma das especialidades de Engenharia, neste ano em que a Ordem dos Engenheiros comemora o seu 75.º Aniversário.

Ciente deste caminho que a Engenharia portuguesa terá que percorrer, tem a Ordem dos Engenheiros vindo a desenvolver contactos ao nível internacional, nomeadamente com a sua congénere brasileira – o Confea –, no sentido de promover facilidades no enquadramento profissional dos engenheiros portugueses em mercados externos.

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O futuro da Engenharia Civil passa por mudanças estruturais no ensino, algumas já em curso graças às novas tecnologias de informação: “ao contrário do que acontece nos dias de hoje, em que 90 por cento dos alunos de Engenharia Civil acabam por exercer essa profissão em Portugal, o futuro é de mobilidade geográfica e igualmente de especialização em diferentes áreas – como a gestão. Também relevante é a componente da formação contínua e a capacidade empreendedora que conduza à criação de empresas próprias e à aposta na internacionalização”. Foi esta a conclusão apontada por Fernando Branco, professor do Instituto Superior Técnico, na conferência A Engenharia Civil – que futuro?, promovida ontem pela Ordem dos Engenheiros.

José Luís Machado do Vale, chairman da Somague, lembrou que “a Engenharia portuguesa está a par do que se faz lá fora” e que os seus profissionais detêm níveis de desenvolvimento, inovação e competitividade muito elevados, mas que “a atividade internacional não é fácil” e exige condições favoráveis e uma boa reputação. O empresário, que recomenda que “devemos entrar onde temos oportunidade, mas sempre preservando as empresas-mãe em Portugal”, acredita que o futuro passa por uma reestruturação do setor da Engenharia Civil em Portugal – onde existem empresas a mais –, aposta nas especializações e em apoios à internacionalização.

Cristina Machado, presidente do Colégio de Engenharia Civil da Ordem dos Engenheiros e moderadora da conferência, adiantou que “o exercício da profissão se tem vindo a alterar” e que, dada a conjuntura do país, se prevê que essas alterações venham a ser ainda mais profundas. Esta opinião foi corroborada pelo bastonário Carlos Matias Ramos, que adiantou ser objectivo da Ordem, com o ciclo de conferências iniciado com esta sessão, contribuir para a avaliação do passado e para perspectivar o futuro de cada uma das especialidades de Engenharia, neste ano em que a Ordem dos Engenheiros comemora o seu 75.º Aniversário.

Ciente deste caminho que a Engenharia portuguesa terá que percorrer, tem a Ordem dos Engenheiros vindo a desenvolver contactos ao nível internacional, nomeadamente com a sua congénere brasileira – o Confea –, no sentido de promover facilidades no enquadramento profissional dos engenheiros portugueses em mercados externos.

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