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O projeto é resultado da proposta do arquitecto parisiense Manuelle Gautrand para um concurso que tem a intenção de mostrar as diferentes características entre os diversos países da Europa em termos culturais, recreacionais, comerciais, etc. Para isso, marca essas diferenças em uma organização de áreas específicas para os países designados.
“O objectivo é dar uma primeira visão da Europa, antes de continuar a viagem”, explicam os arquitectos, sendo o intuito do projeto ser um destino não só para os franceses, mas para todos os turistas na Europa.
Dentro das acções dos arquitectos, o projeto pode ser visto como um estudo de planeamento urbano para a extensa área de 600.000 m², aprimorando a região norte de Paris ao implantar o complexo ao longo da autoestrada que une o Aeroporto Charles de Gaule, em Roissy e a capital francesa.
O projeto tomou forma através de séries de superfícies em “loop”, que dão voltas circulares em diferentes níveis, conectando necessidades programáticas e contextuais. Cada braço desse sistema se estende dentro da paisagem, permitindo que o entorno se aproxime e se misture com os ambientes internos e externos.
A cobertura do projeto – semelhante a um circuito que envolve o programa, – permite o recolhimento de água e a captação da energia solar com quase 20.000 m² de células fotovoltaicas, além de também fazer o papel de espaço público, revelando vistas da cidade.
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O projeto é resultado da proposta do arquitecto parisiense Manuelle Gautrand para um concurso que tem a intenção de mostrar as diferentes características entre os diversos países da Europa em termos culturais, recreacionais, comerciais, etc. Para isso, marca essas diferenças em uma organização de áreas específicas para os países designados.
“O objectivo é dar uma primeira visão da Europa, antes de continuar a viagem”, explicam os arquitectos, sendo o intuito do projeto ser um destino não só para os franceses, mas para todos os turistas na Europa.
Dentro das acções dos arquitectos, o projeto pode ser visto como um estudo de planeamento urbano para a extensa área de 600.000 m², aprimorando a região norte de Paris ao implantar o complexo ao longo da autoestrada que une o Aeroporto Charles de Gaule, em Roissy e a capital francesa.
O projeto tomou forma através de séries de superfícies em “loop”, que dão voltas circulares em diferentes níveis, conectando necessidades programáticas e contextuais. Cada braço desse sistema se estende dentro da paisagem, permitindo que o entorno se aproxime e se misture com os ambientes internos e externos.
A cobertura do projeto – semelhante a um circuito que envolve o programa, – permite o recolhimento de água e a captação da energia solar com quase 20.000 m² de células fotovoltaicas, além de também fazer o papel de espaço público, revelando vistas da cidade.
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O projeto é resultado da proposta do arquitecto parisiense Manuelle Gautrand para um concurso que tem a intenção de mostrar as diferentes características entre os diversos países da Europa em termos culturais, recreacionais, comerciais, etc. Para isso, marca essas diferenças em uma organização de áreas específicas para os países designados.
“O objectivo é dar uma primeira visão da Europa, antes de continuar a viagem”, explicam os arquitectos, sendo o intuito do projeto ser um destino não só para os franceses, mas para todos os turistas na Europa.
Dentro das acções dos arquitectos, o projeto pode ser visto como um estudo de planeamento urbano para a extensa área de 600.000 m², aprimorando a região norte de Paris ao implantar o complexo ao longo da autoestrada que une o Aeroporto Charles de Gaule, em Roissy e a capital francesa.
O projeto tomou forma através de séries de superfícies em “loop”, que dão voltas circulares em diferentes níveis, conectando necessidades programáticas e contextuais. Cada braço desse sistema se estende dentro da paisagem, permitindo que o entorno se aproxime e se misture com os ambientes internos e externos.
A cobertura do projeto – semelhante a um circuito que envolve o programa, – permite o recolhimento de água e a captação da energia solar com quase 20.000 m² de células fotovoltaicas, além de também fazer o papel de espaço público, revelando vistas da cidade.