Coberturas frias

Os recursos energéticos são limitados, e o consumo de energia pelos edifícios, necessita de ser reduzido.
A energia utilizada para arrefecer os edifícios nos meses quentes representa uma parte importante do consumo total de energia, resultando em elevadas emissões de CO2. O aumento das temperaturas no interior dos edifícios nestes meses reduz o conforto geral e a produtividade das pessoas. Soluções passivas, como coberturas frias, podem ser uma solução económica.
A redução do consumo de energia pode ser conseguida pelo aproveitamento das coberturas, dando-lhes vida através da sua transformação em coberturas verdes ou ajardinadas, pela inclusão de sistemas de painéis para aproveitamento da energia solar ou, em alguns climas, pela opção por coberturas frias.
Se refletirmos acerca do que acontece nos centros urbanos, um dos fenómenos responsável pelo efeito de aquecimento nestas áreas, é o designado efeito ilha de calor urbano. Tal é causado pela alteração da superfície do terreno em áreas anteriormente com vegetação, em áreas urbanas, responsáveis pelo efeito de aquecimento num micro-clima ou num clima. A vegetação natural é substituída por construções – edifícios habitacionais, edifícios industriais, … – cuja maioria, apresenta superfícies caracterizadas por uma baixa reflectância solar, e por uma elevada impermeabilidade, associada a materiais com elevada densidade, que absorvem grandes quantidade de energia térmica e a libertam sob a forma de calor.
A escolha de uma cobertura fria é uma forma rápida e sustentável de reduzir o efeito ilha de calor, nomeadamente nas áreas urbanas. Os benefícios deste tipo de coberturas vão muito para além da sua função de impermeabilização. Contribuem para cidades mais “frias” e saudáveis, melhorando a qualidade do ar, mitigando as mudanças climáticas, promovendo um menor consumo de energia – nomeadamente energia de arrefecimento -, entre outras.
Embora se reconheçam estas características às coberturas frias, ainda se verifica uma certa reticência na sua opção, algumas vezes promovida pelo receio de que estas coberturas possam ter uma durabilidade expectável de vida muito reduzida pelo facto de estarem expostas aos agentes atmosféricos, nomeadamente à radiação solar. No entanto no decorrer dos anos, as tecnologias têm sofrido grandes alterações, e isso incluí também as soluções para coberturas frias. Tais permitem criar coberturas frias com capacidade de refletir a luz solar, repelindo o calor, devido às suas características especiais, sejam estas em materiais termoplásticos – Gama Sarnafil/Sikaplan TPO – ou aplicados sob a forma líquida – Gama Sikalastic -.

MECANISMO DE COBERTURAS FRIAS
A imagem abaixo ilustra o fluxo de energia solar sobre uma cobertura tradicional (esquerda) e uma cobertura reabilitada com um sistema de impermeabilização branco.

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CORES USUAIS DE COBERTURAS FRIAS E VALORES DE SRI INICIAIS

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Considerações de consumo de energia A Sika dispõe de ferramentas que permitem quantificar o desempenho de uma solução de cobertura fria Sika em comparação com soluções convencionais. Têm em conta a localização do projeto e as taxas de energia, assim como sujidade da membrana ou revestimento ao longo do tempo. As ferramentas mostram a estimativa económica de energia durante o período de estudo e o ponto de equilíbrio dos investimentos.

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Todos os produtos/sistemas de impermeabilização Sika anteriormente apresentados, não requerem chama na sua aplicação, e podem ser aplicados em situações que os edifícios estejam em uso.

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