OPINIÃO: MAIS OPERAÇÃO E MENOS MANUTENÇÃO

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Ana Navarro
Responsável pelo Departamento da Potabilização da Salher

A conceção e construção de uma estação de tratamento de águas requer um determinado investimento; mantê-la em funcionamento custa dinheiro e dedicação.

Considerar a digitalização e automatização de uma central de potabilização, é fundamental para reduzir os custos de operação e manutenção.

Quando concebemos uma estação de tratamento de água, para além de selecionarmos a tecnologia certa que nos permite não só alcançar os objetivos de tratamento e atingir os parâmetros desejados, também tentamos fazê-lo com eficiência e engenhosidade.  A qualidade de um equipamento não está apenas nos seus componentes; a sua conceção é fundamental.

Com isto em mente, a Salher está empenhada na tecnologia de membrana, mais especificamente na ultrafiltração (UF). A qualidade da água obtida e o controlo centralizado com requisitos mínimos de manutenção fazem desta tecnologia uma opção muito interessante para a potabilização.

É claro que todas as tecnologias aplicáveis são válidas, mas na Salher conseguimos a implementação da tecnologia de membrana UF como um tratamento simples, com baixo custo energético e de fácil manutenção e operação. Tudo isto com elementos de grande durabilidade e longa vida útil, que ajudam a reduzir os custos operacionais.

A Salher tem fornecido e implementado sistemas baseados na tecnologia UF para todo o tipo de empresas, em todo o mundo. Estas instalações funcionam com um programa de manutenção mínimo, exceto para calibrações e amostragens de rotina destinadas a verificar a eficiência da instalação.

Além disso, os sistemas Salher UF podem ser complementados com a gestão remota de parâmetros-chave, permitindo a manutenção à distância de uma, ou mais instalações, sem a necessidade de deslocação de pessoal técnico.

 

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