JLL lidera mercado de escritórios em Lisboa, com 39% de quota de mercado em 2021

Ocupação de escritórios termina 2021 a crescer 17% em Lisboa e 5% Porto

BD_OFFICE.xlsx

A ocupação de escritórios encerrou 2021 com balanço positivo quer em Lisboa quer no Porto, conforme mostram os resultados do mais recente Office Flashpoint da JLL. A consultora reafirmou a sua relevância na dinamização deste mercado, garantindo ao longo do ano 39% da área colocada por agências em Lisboa, numa posição de incontestável liderança. A JLL atuou em 51 dos 137 negócios concretizados em Lisboa durante 2021, estando também envolvida em 11 das 63 operações registadas no Porto.

Em 2021, as empresas ocuparam 162.000 m2 de escritórios na capital, volume que supera em 17% o take-up registado em 2020, em torno dos 138.000 m2. Ao longo do ano registaram-se 137 operações, com uma área média de 1.180 m2. O Corredor Oeste (zona 6) foi a zona mais dinâmica, com 31% do take-up, seguindo-se o Parque das Nações (zona 5) e a zona 7 (outras zonas), ambas com quotas de 19% da área ocupada. As empresas de TMT’s & Utilities lideraram a procura, com 31% da área tomada no ano.

BD_Office_Porto.xlsx

No Porto, o ano terminou também em alta face a 2020, somando cerca de 57.000 m2 de área ocupada, num crescimento anual de 5%. A área média por operação no Porto foi de 900 m2, contabilizando-se 63 negócios. Neste mercado, a zona do CBD – Boavista (1) foi a mais procurada pelas empresas, (44% da área tomada), sendo as empresas de “Outros Serviços” as mais dinâmicas, com 28% do take-up.

De acordo com Mariana Rosa, Head of Leasing Markets Advisory da JLL: “2021 foi um ano de desafios num setor que está em grande transformação. A forma como trabalhamos mudou e os modelos de ocupação dos escritórios estão também a ser reinventados e adaptados, com reflexos evidentes nos requisitos da procura, não significando isso a perda de negócio ocupacional”.

E acrescenta: “os resultados do ano em Lisboa e no Porto, com crescimento face a 2020 e um registo de forte atividade nos últimos meses do ano, comprovam que existe uma procura efetiva para ocupar escritórios, incluindo a que está disposta a reservar área já para garantir os melhores escritórios dentro de dois anos. E, de facto, uma das grandes questões em ambos os mercados não é realmente a escassez de procura, mas sim a falta de oferta adequada aos requisitos da procura e que tenha uma disponibilidade imediata”.

Dezembro foi um mês de elevada dinâmica em ambos os mercados, mas especialmente no contexto do Porto. Neste mês, foram ocupados 16.300 m2 no mercado, área que equivale a 29% do total anual e que impulsionou o ano para um resultado superior a 2020. Esta atividade mensal reflete a concretização de duas operações de mais de 4.000 m2, incluindo a tomada de cerca de 4.500 m2 pela Concentrix no POP-Porto Office Park. Neste mês, o setor “Farmacêuticas e Saúde” representou 45% do volume total, sendo a zona 5 – Outros Porto a mais ativa (40%).

Em Lisboa, dezembro somou 23.700 m2 tomados, destacando-se também duas operações que envolveram áreas superiores a 4.000 m2, entre as quais a instalação da Clara Net no Hub Criativo do Beato. O Parque das Nações foi a zona mais ativa em Dezembro (27%), numa procura liderada pelas TMT’s & Utilities, com 44% do take-up mensal.

Mais Informações:

www.jll.pt

Comentários:

Deixe uma resposta

Tem de iniciar a sessão para publicar um comentário.