“Fomos forçados a mudar o nosso quotidiano, o nosso trabalho, a nossa vida”

 Susana Lucas
Engenheira

Mesmo não sendo nem Arquiteta nem Design de Interiores, mas trabalhando na área da construção civil, bem como estou a me especializar na área da construção saudável, apresento assim o meu ponto de vista em relação ao desafio colocado.

Considero que podemos e devemos ter uma nova visão dos edifícios. Sendo estes onde passamos a maior parte do tempo, indicava-se cerca de 80% do tempo, antes da pandemia, julgo que atualmente deve ser ainda mais. Os edifícios podem ser promotores da nossa saúde ou da falta dela. Existindo uma situação de pandemia ainda mais temos que ter em atenção no local em que permanecemos.

Nos edifícios temos que ter assim as seguintes medidas gerais a considerar:

– Diminuir a probabilidade de passagem de contaminação entre o exterior e o interior ou vice-versa;

– Garantir as melhores condições de ventilação natural, sempre foi necessário, agora ainda mais, de forma que ambientes estagnados e sem renovação de ar que potenciam a proliferação de microrganismos de todas as espécies não existam, bem como renovar o oxigénio e regular a temperatura interior dos edifícios;

– Verificar a necessidade de purificar o ar interior, o mesmo pode mesmo estar mais contaminado que o ar exterior, as plantas podem igualmente ter o seu contributo;

– Entrar o Sol no interior dos edifícios, em especial quando se ventila, de forma às superfícies terem uma “desinfeção” natural (existem vírus e bactérias que não se dão bem ao Sol);

– Por desinfeção, garantir espaços com facilidade de ser desinfetados, bem como zonas de transição, entre o ambiente interior e exterior, entre potencial contaminado e zonas limpas, efetuando maior desinfeção nestes espaços de transição;

– Zonas de circulação e comuns devem ser amplas, com vista a minimizar o contacto de proximidade.

Contudo os edifícios vão igualmente necessitar que tenhamos também o nosso contributo direto, nomeadamente:

– mudarmos a forma como lidamos com as mãos, tanto com os outros, como das nossas, em especial com a zona do rosto, tem que evitar e lavar e desinfetar com frequência;

– Todos somos potenciais transmissores, o uso de máscara e distanciamento são fundamentais, para garantir a minimização de contágio a todos;

– desinfetarmos os equipamentos que utilizamos, mesmo que seja apenas para nós, pode alguém passar, sentar, ou só colocar a mão.

Todas as questões devem ser encaradas como desafio, bem como melhorias que estamos a implementar para a construção ser mais saudável, tanto agora como no nosso futuro comum.

A versão compacta para uma drenagem completa da cave.

Um por todos: a Aqualift F Compact assume a drenagem completa da cave.

A estação elevatória bombeia todas as águas residuais, incluindo água negra, de forma segura para o esgoto localizado a nível superior – mesmo após o rebentamento de um tubo ou inundação – graças ao ralo de pavimento integrado na cobertura.

As dimensões compactas permitem a instalação simples ou instalação independente da Aqualift F Compact.

Esta é controlada pela unidade de controlo Comfort com sistema de autodiagnóstico SDS que é fornecido pronto para ligação.

A Aqualift F Compact está disponível em duas versões, ou para a instalação apoiada ou para a instalação em laje de betão (disponível com cobertura preta ou cobertura rebaixada ladrilhável).

Além disso, cada dispositivo está disponível como estação elevatória Mono ou Duo.

Gabinete:

SUSANA LUCAS, ENGENHEIRA

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