Como é que os tetos Armstrong ajudam a melhorar os espaços educativos?

 As principais recomendações da Armstrong para o design de tetos no setor da educação.

Como é que os tetos Armstrong ajudam a melhorar os espaços educativos

A acústica coloca um importante desafio às instituições de ensino. A inteligibilidade e a concentração são aspetos relacionados com o rendimento acústico que os professores exigem atualmente para melhorar as suas condições de trabalho e as dos seus estudantes. Os espaços educativos – escolas, institutos, universidades – convertem-se numa segunda casa durante os primeiros anos de vida e a adolescência dos estudantes. É aí que aprendem a ler e se formam para o futuro… E é onde os profissionais da educação estimulam a sua curiosidade e procuram captar e manter a sua atenção. Este tipo de edifícios acolhe os utilizadores cerca de oito horas por dia. Por conseguinte, não deve limitar-se a garantir um design moderno e atrativo, deve também dar prioridade ao conforto dos utilizadores. Deve ser uma convergência entre desempenho e design. Assim, a conceção do edifício é muito importante, uma vez que deve assegurar algo mais do que um design moderno e atrativo.

Nas escolas tradicionais, há um padrão de erros que se repetem. O primeiro é a acústica deficiente dos espaços. Isto significa que os professores têm de levantar a voz para que os alunos consigam compreender a sua mensagem – e nem sempre com sucesso. Nas escolas convencionais, os alunos perdem um em cada quatro conceitos devido a uma acústica fraca. Paralelamente à falta de uma boa acústica, pode também ocorrer uma absorção acústica excessiva, independentemente da reverberação. Isto, que a priori pode parecer positivo uma vez que reduz o ruído, provoca também uma atenuação da projeção da voz do educador, o que implica uma perda da mensagem por parte dos alunos.

Por outro lado, a falta de uma boa iluminação nas salas de aula provoca fadiga aos utilizadores, podendo dar origem a dores de cabeça, bem como a enxaquecas. E o mesmo pode ocorrer quando a sala de aula recebe luz natural direta. Demasiada luz pode causar fadiga visual ou encadeamento. Assim, a luz deve iluminar, mas não encadear. Também não se deve depender exclusivamente da luz artificial. Os tetos Armstrong podem garantir este equilíbrio.

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Armstrong

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