Prever o futuro.

UMA PREOCUPAÇÃO FULCRAL NA HORA DE ESCOLHER MATERIAIS DE CONSTRUÇÃO É A SUA CAPACIDADE DE RESISTIR AO ENVELHECIMENTO EM DIFERENTES AMBIENTES. O AZUL DEVERIA CONTINUAR A SER AZUL PASSADOS 10 ANOS, TANTO EM CLIMAS FRIOS COMO NO DESERTO, E ISSO É ALGO QUE A TRESPA PODE OFERECER AOS SEUS CLIENTES COM CONVICÇÃO. DIFERENTES ENSAIOS GARANTEM QUE AS PLACAS TRESPA® METEON® MANTÊM AS SUAS QUALIDADES DE COR ÚNICAS, INCLUSIVE EM CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS EXTREMAS.

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Através de ensaios de tempo artificial e ensaios em tempo real, a Trespa é capaz de observar qualquer diferença significativa na cor ou na superfície das suas placas. O objectivo destes ensaios é manter um controlo total sobre a qualidade do produto, desde as amostras às placas no local, que 10 anos mais tarde continuam sem ter perdido a sua cor. Trata-se de ensaios rigorosos que proporcionam dados valiosos que permitem à empresa prever como resistirão as placas em diferentes ambientes e oferecer, com confiança, uma garantia de 10 anos. SIMULAÇÃO DE CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS: DESDE ABAIXO DE ZERO ATÉ QUASE AO PONTO DE EBULIÇÃO As placas Trespa® Meteon® são utilizadas em todo o mundo, e isso significa que têm de resistir a condições meteorológicas e climáticas muito distintas. Poder garantir apenas uma alteração mínima nas placas requer estratégias de ensaio que se baseiam nos extremos. Uma combinação de ensaios externos e realizados nas nossas instalações confirma a capacidade de resistência às condições meteorológicas das placas e a estabilidade da sua cor antes de serem colocadas no mercado. Os resultados destes ensaios demonstram a tolerância das placas a condições extremas e imprevistas. ALTERAÇÕES CLIMÁTICAS BRUSCAS Um dos ensaios expõe as placas a condições climáticas entre -20°C e 80°C, e a uma humidade relativa entre 50% e 90%. O ensaio repete-se ao longo de 30 dias, alternando os extremos de temperatura e humidade a cada 12 horas. De seguida, as placas são analisadas ao microscópio para verificar se têm algum defeito ou estria na superfície. “Estes ensaios demonstram a tolerância das placas a condições extremas”. CICLO DA EUROPA OCIDENTAL Um ensaio padrão que as placas têm de superar é o Ciclo da Europa Ocidental, que imita o clima desta zona do continente. As placas Trespa® Meteon® de diferentes cores dão voltas em redor de uma luz de xénon (o mais parecido com o sol) em diferentes ângulos numa máquina de simulação de intempéries. O ensaio dura 3000 horas, comparável a 10 anos de envelhecimento em tempo real. Esta correlação ficou demonstrada com base em anos de ensaios com luzes de xénon.

CICLO DA FLÓRIDA Além do ciclo padrão, a Trespa utiliza o Ciclo Flórida, que imita as condições meteorológicas da Flórida: calor, humidade e luz solar extremas. Utiliza-se o mesmo sistema que no Ciclo da Europa Ocidental, mas acrescentam-se condições climáticas mais extremas no simulador. Superar este ciclo garante que as placas podem resistir em climas rigorosos, uma vez que aponta para os extremos, permitindo à Trespa oferecer, com confiança, uma garantia de produto de 10 anos em todo o mundo. A COR IMPORTA Durante e depois do ensaio, o pessoal da Trespa verifica se existem diferenças nas placas. Esta informação é utilizada para garantir o controlo da qualidade e assegurar o cumprimento da promessa de cor. Em intervalos regulares, comparam-se as placas com uma placa de referência que é guardada num armário escuro e fechado, para que não esteja sujeita à influência de nenhum fator externo. Normalmente, o contraste entre cores estabelece-se atribuindo uma leitura de “escala de cinzentos” que pode situar-se entre 0 e 5, na qual 5 indica o mínimo de contraste. A diferença de cor é calculada através de dois métodos que mudam consoante o país mas que são ambos valiosos: o ensaio Delta E, que utiliza um registo por computador; e os ensaios estabelecidos pelas normas ISO 105-A02 e ISO 105-A03, que utilizam o olho humano. No caso do ensaio Delta E, um computador regista a cor das amostras mediante um espectrofotómetro. A cada 500 horas, retiramse as amostras do ensaio com luz de xénon e recolhem-se três grupos de dados por cada amostra. A partir da comparação com o painel de referência, o computador disponibiliza uma leitura de escala de cinzentos. Este ensaio por computador é um dos métodos para ler a escala de cinzentos; no entanto, também é utilizado um método alternativo para ler a mesma a olho nu. Este método oferece certas vantagens, em especial no caso de desenhos em placas nas quais tenha de se comparar mais do que uma cor.

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A OLHO NU: DECIDIR A ESCALA DE CINZENTOS Existem duas avaliações de grau de cor que utilizam escala de cinzentos: ISO 105-A02 e ISO 105-A03. A principal diferença entre elas é que a norma ISO 105-A03 é utilizada para diferenciar a descoloração das placas e apresenta um contraste mais simples entre a escala de cinzentos de 0 e 5. A ISO 105-A02 é mais detalhada nos seus contrastes de cor e, por vezes, considera-se como o ensaio definitivo uma vez que requer observar com mais detalhe as diferentes do gradiente. Os técnicos do laboratório da Trespa têm de obter aprovação numa avaliação de TNO (Organização de Investigações Científicas Aplicadas dos Países Baixos) que põe à prova a sua capacidade de ver contrastes de cor e, assim, os qualifica para que possam tomar decisões sobre mudanças de cor nas placas. Os técnicos, que aprenderam a traduzir diferenças de cores na escala de cinzentos e vice-versa para dispor de um sistema básico para calcular o contraste, utilizam uma tira de medição de escala de cinzentos como referência. Ao examinar 15 tons de vermelho sob uma luz brilhante, pode ser difícil decifrar como os colocar por ordem de tons de claro a escuro sem ter um modelo para comparação. Utilizando uma ferramenta de comparação que elimina todas as cores e centrando-se apenas no contraste, torna-se mais fácil comparar os tons. Esta é a base da escala de cinzentos: dá ao olho humano a capacidade de tomar decisões mais firmes no contraste entre cores, comparando-as com uma escala de cinzentos. A amostra original é colocada ao lado da amostra submetida ao ensaio. O técnico utiliza uma tira de medição da escala de cinzentos para ver que contraste de cor corresponde à diferença entre as amostras. Se existir pouco contraste, o valor da escala de cinzentos é mais alto (com um máximo de 5). Se o contraste for maior, o valor da escala de cinzentos pode ser 1 ou 2. A Trespa garante uma escala de cinzentos de entre 4 e 5, conforme a ISO 105-A02, com a confiança de que as placas que fabrica apresentam pouca descoloração e diferencias mínimas ao cabo de 10 anos. O método da escala de cinzentos é considerado uma ferramenta valiosa para avaliar as diferenças de cores a partir do ponto de vista humano, uma vez que, no fim de contas, quem olha para os edifícios são as pessoas. Em alguns casos, como Gráficos e Decorações de madeira, o único sistema de medição relevante é a escala de cinzentos, uma vez que estes elementos apresentam padrões de cores com degradês e, no computador, torna-se mais difícil calcular as diferenças. Aqui, o olho humano converte-se numa ferramenta básica para registar o contraste entre múltiplas cores. O técnico compara a amostra de referência com a amostra submetida ao ensaio, utilizando a ferramenta de medição de escala de cinzentos para detetar diferenças de tom.

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Trespa

 

 

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